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Vendi o Sofá e Fui Viajar
Videoblog de um viajante radical, daqueles que parte sem saber quando volta: Gonçalo Luz. E tem histórias para contar.
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014



Nasceu há 20 anos nos Estados Unidos da América - e sendo certo que os EUA não são propriamente conhecidos pelas suas artes culinárias ou gastronómicas, a “Saveur” afirmou-se desde o primeiro numero como a mais criativa, inteligente, bem informada e interessante revista ligada ao mundo da comida, da restauração, e da ligação entre essas disciplinas e a cultura dos povos.
Fui um comprador militante da “Saveur” - cheguei a sugerir, sem sucesso, a edição ou adaptação portuguesa, a um grande empresário dos media… - até ao dia em que, misteriosamente, deixou de se vender em Portugal. Como não sou leitor digital de revistas - para mim só fazem sentido em papel - nem adepto das assinaturas, dada a exígua dimensão das nossas caixas de correio e o terrível desrespeito que os CTT têm pelo tamanho original dos envelopes, deixei de ler a Saveur. Pontualmente, uma passagem pelo site, e notificações no Facebook. Anos a fio.
Até que, na semana passada, fui surpreendido em Lisboa com a edição dupla de Verão da revista. Em papel. Linda. Surpresa das surpresas neste mundo em mutação: está igual. A mesma qualidade de textos, imagens, design, a mesma edição cuidada, o mesmo rigor. Este numero é todo dedicado à India - e é um absoluto primor. Quem gosta de revistas, quem gosta de papel impresso, quem gosta de edição de imprensa, tem aqui um doce, um prazer, um privilégio. Que bom.


publicado por PRD às 11:39
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014


De volta a Lisboa. 

Numa destas noites de calor, sentei-me na esplanada da clássica Brasileira do Chiado. Tudo o que queria era uma Imperial bem gelada, de preferência naqueles copos de tulipa onde a cerveja ganha uma cor irresistível e uma vida prometida. É assim em todas as cidades civilizadas, a cerveja tratada como deve ser, Lisboa já não escapa a esse patamar…
… Espanto meu: escapa. O empregado, com ar de quem estava a dizer o óbvio (e não a lamentar a fraqueza), responde-me que não, a casa não serve Imperial. Admiti uma cerveja de garrafa, mas também não: “cá fora, na esplanada, só latas de cerveja”. Como quis fotografar o momento surreal e absurdo, pedi a lata, pela qual paguei 3 euros. E aqui fica.
Com reclamação junto: enquanto Lisboa tiver um ícone como a Brasileira a deixar-lhe o pé fugir para o chinelo num serviço tão básico e trivial como uma cerveja de pressão, podem bem dizer que é cidade da moda cool e bla-bla-bla. É a cidade de sempre. Armada “ao pingarelho”, como diria o meu pai.


publicado por PRD às 00:35
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

No editorial do Público de um destes dias:

 


publicado por PRD às 10:57
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014

“O que nós (americanos) queremos é experimentar aquele brilho que chega a um indivíduo quando ele sente para lá de qualquer dúvida que é uma parte integral, ainda que infinitesimal, da continuidade histórica. E a Europa, caso nos aproximemos dela sem ideias preconcebidas quanto àquilo que constitui a sua “cultura” - simplesmente com um pouco de humildade e um pouco de imaginação - oferece-nos essa infância perdida, a infância que nunca aconteceu, mas cuja evocação pode ser de grande auxilio para nos ajudar a situarmo-nos no tempo e no espaço. É o primeiro passo, o passo indispensável, em direcção a sabermos o que somos para nós e o que somos no mundo”.

 

O trauma americano em relação à Europa está aqui, em dez linhas de um escritor genial. Nada a acrescentar.

 

(A tradução é de Jorge Pereirinha Pires, edição Quetzal)


publicado por PRD às 13:06
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Quinta-feira, 31 de Julho de 2014

De 15 em 15 dias. Com gosto. O resultado aqui: Tanto Para Conversar.

 


publicado por PRD às 20:33
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Banda sonora de 2013.