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Pedro Rolo Duarte

26
Nov09

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Há alguns anos fui convidado para escrever uma crónica mensal na revista Lux Woman. Tem sido das mais ricas experiências profissionais da minha existência, porque é muito raro não receber mails sobre os textos que publico. Muitas vezes apercebo-me de que a revista já está à venda porque começo a receber comentários ao que escrevi. É o melhor que pode acontecer a quem escreve...

Nestes anos a Lux Woman tem sofrido modificações, remodelações, tem procurado encontrar mais público e, ao mesmo tempo, o seu público. Este mês chegou ás bancas com um visual renovado.

Renovado? Mais do que isso. A Lux Woman cresceu, amadureceu, tornou-se mais sofisticada e exigente. Nesta primeira edição "nova vida"  podem ler-se, entre outros, textos de Clara Ferreira Alves (Sobre Michelle Obama), e de José Luís Peixoto (solidário, nas noites de Lisboa). Não faltam as secções clássicas de moda, beleza, consumo, sempre cuidadas e criativas - mas temos uma nova cronista (Fernanda Freitas), mais reportagem, mais atenção a temas sociais. É a mesma Lux Woman - mas uns bons passos à frente. Na capa, a lindíssima (e inteligente) Evelina Pereira.

Isto parece um anuncio, se calhar isto é um anuncio: a Lux Woman merece-o. E eu estou muito orgulhoso de continuar a ser colunista da revista, e saúdo a nova directora, Rita Machado (que conhece os cantos à casa como ninguém...), e a equipa que a rodeia.

É bom ver, no meio da crise, que há quem se chegue à frente para ousar e fazer melhor.

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Ladrões de Bicicletas. Voltar a um dos mais clássicos blogues colectivos de análise e pensamento social e político e reencontrar excelentes textos, opiniões pensadas antes de escritas, e o prazer de um bom serão ao sofá a ler. Like.

Uma boa frase

“O centrão político - conservadores, liberais, social-democratas, trabalhistas - anda há mais de vinte anos a liberalizar os movimentos de capitais, a desregulamentar as actividades financeiras, a promover o "comércio livre", menorizando as consequências resdistributivas destas opções. Andaram a promover a ideia de que o mundo é mais bem gerido pela "mão invisível" dos mercados do que pelos poderes democraticamente eleitos. De que é que precisam mais para perceber que este é o resultado da sua globalização: que Marine Le Pen vença as presidenciais francesas?" Ricardo Paes Mamede, Ladrões de Bicicletas

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