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Pedro Rolo Duarte

03
Fev11

... E afinal, todos tão iguais

A minha amiga Blonde recebeu um mail, de longe, que quero partilhar:

"I sometimes think that the bad actor, in addition to wanting to get a lot of attention, is trying to see if I lose my temper. And, in a weird sort of way, I do everything I can to try not to... perhaps just to spite them? My personal mantra is "tormented children", because so many adults I interact with in the academy seem to fit that description...and I find that I have to be the accomodating one. And, in complete contrast, the real giants in the academy, as well as the real world, that I've been lucky enough to meet have almost all been incredibly humane. Strange, isn't it?"

Hoje acordei e, ao ler este mail, pensei assim: é claro que erramos sempre que dizemos “ah e tal, os portugueses são assim”, “já se estava mesmo a ver que era um tuga...”, “é mesmo português, esse...”. Nada disso. A blonde tem razão: somos todos, em toda a parte, tão mais iguais do que a diferença que aparentamos...

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Uma boa frase

“O centrão político - conservadores, liberais, social-democratas, trabalhistas - anda há mais de vinte anos a liberalizar os movimentos de capitais, a desregulamentar as actividades financeiras, a promover o "comércio livre", menorizando as consequências resdistributivas destas opções. Andaram a promover a ideia de que o mundo é mais bem gerido pela "mão invisível" dos mercados do que pelos poderes democraticamente eleitos. De que é que precisam mais para perceber que este é o resultado da sua globalização: que Marine Le Pen vença as presidenciais francesas?" Ricardo Paes Mamede, Ladrões de Bicicletas

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