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Pedro Rolo Duarte

28
Fev10

Hotel Babilónia, Ano 1

A rádio é um meio absolutamente mágico. Mais nada a dizer.

 

Sábado, 27 de Fevereiro de 2010, Forum FNAC, Chiado.

Emissão Antena 1

Com Pedro Rolo Duarte e João Gobern, e os seus convidados: Joana Amaral Dias e João Adelino Faria.

Produção de Joana Jorge.

Montagem, instalação, som: Rui Borges, Carlos Felgueiras, Fernando Nunes

Estúdios: Pedro Algarvio, João Luis, Armando Pinho.

21
Fev10

Aviso & Convite

Tenho que interromper as férias do blog para um anúncio totalmente gratuito e do meu absoluto interesse:

Sábado que vem, dia 27 de Fevereiro, faz um ano o Hotel Babilónia, programa de rádio que tenho o prazer e privilégio de partilhar com o João Gobern na Antena 1, sempre entre as 10:00 e as 12:00 de todos os sábados.

Eu e o João amamos a rádio - e ambos estivémos longe dela tempo demais. Talvez por isso, o regresso foi - está a ser... - tão saboroso, que não dispensamos um degrau mais. Por isso decidimos que este aniversário era para assinalar ao vivo, a cores, e em directo.

Vamos por isso fazer o próximo programa ao vivo, a partir da FNAC do Chiado, em Lisboa, e convidamos todos os nossos amigos,ouvintes e demais população em geral, a passarem por lá. Vamos conversar com convidados mas também com quem estiver na sala, vamos tentar ser, como sempre, os dois do costume em duas horas de rádio.

Não vamos formalizar convites - pelo que todos os "babilónicos" se devem considerar por esta via convidados...

Fica o anuncio, e o convite: apareçam! Não nos deixem lá sozinhos...

Sábado, dia 27 de Fevereiro, FNAC-Chiado, entre as 10:00 e as 12:00. Não temos baldes de plástico nem canetas nem sacos para dar - mas daremos tudo para passarmos ali um bom bocado...

16
Fev10

Aviso

Este blog não gosta de Carnaval, não se mascara nem tem “face oculta”. Também “não nega à partida uma ciência que desconhece”. Muito menos se furta às evidências ou faz de conta que não vê. Aliás, este blog jamais chegaria ao poder – justamente porque lhe faltam algumas das características que distinguem, em geral, os que lá chegam.

Por tudo isto, ou talvez por nada disto, este blog declara e avisa que se encontra em momento de pousio. Precisa de descanso.

Assim como se fosse uma placa na porta: “Volto já”. É só isso.

13
Fev10

A máscara e o problema

É certo que Portugal vive em clima de Carnaval há tempo demais. Trata-se, porém, de um Carnaval bem diferente daquela quadra que anima as ruas das cidades de Portugal: felicidade e alegria, desfile e dança, são coisas que não vemos neste tempo que corre o país de norte a sul, e a ideia do corso está mais ligada à falta de vergonha do que à suprema ironia do melhor humor. O que vemos então? Tempos sombrios, depressão sem cura à vista, e uma acidez no discurso na atitude que não convoca oportunidade nem saída. Parece que nos mexemos sem sairmos do mesmo lugar. O desfile que tenta caminhar pelo piso escorregadio da nação não é valente nem imortal – é pequeno e triste, desistente. Ou farto? Lembro-me sempre de Vergílio Ferreira: “O que mais custa a suportar não é a derrota ou o triunfo, mas o tédio, o fastio, o cansaço, o desencorajamento. Vencer ou ser vencido não é um limite. O limite é estar farto”.

Talvez por isso nos possamos agarrar à máscara – para fingirmos o que não somos, para nos disfarçarmos sem culpa, para nos escondermos dos outros. Será Portugal um país de máscaras? Um país mascarado? Ou chegámos ao ponto em que já nem de máscaras disfarçamos a magreza, a ideia de “país de tanga”, ou a mais básica e vulgar imagem “da tanga”?

O país é um bom exemplo desse supremo jogo de sombras traduzido numa máscara. Sem dinheiro, sem rumo á vista, em crise, com uma taxa de desemprego a chegar aos dois dígitos, nem por isso deixa de parecer um país rico e desenvolvido. No parque automóvel ou na frequência dos centros comerciais, na taxa de ocupação dos hotéis em tempo de férias ou nas partidas e chegadas dos aeroportos, o Portugal que se vê de fora não vive a tragédia grega da falência – pelo contrário, parece um exemplar bem alimentado da Europa nórdica.

Nessa máscara sem folia, o Portugal dos brandos costumes vai deixando correr o fio da pequena corrupção, do jeito, do favor – e por essa via vai vivendo no (e do) expediente, escondendo aqui e ali o olhar, para não se denunciar, travestindo a seriedade de brincadeira infantil (como se só os outros, os grandes, fossem malandros e pouco sérios...), e cedendo à pressão da crise com permanentes fugas para a frente. Se o país é barrigudo, pois seja: é com a barriga que empurra os problemas, e as soluções, para a frente, “sem sombra de pecado”, isto é, à sombra desse jogo cheio de máscaras infelizes.

No meio do pântano há sempre quem denuncie o trágico Carnaval que se vive todo o ano – mas também nessas denúncias intelectuais, cheias de palavras cansadas e parágrafos deprimidos, se encontra outra condição onde somos bons na arte de fingir: é que sabemos diagnosticar, denunciar, dizer o que está mal. Mas não sabemos cumprir o resto do plano.

Diz o professor ao aluno inconformado:

- Diagnóstico correcto, temos aqui um problema. O senhor tem solução para o problema?

- Não tenho, Professor.

- Pois bem, diz o Professor, nesse caso Você faz parte do problema.

E é nesse momento de denúncia, em que acabamos parte do problema que somos, que nos cai a máscara e nos denunciamos. De sorriso amarelo nos lábios, dizemos: “É Carnaval, ninguém leva a mal”.

 

Crónica publicada hoje, na revista do i, "Nós, Mascarados".

09
Fev10

Gosto de coisas claras. Para mim isto é claro:

(Mais um copy-paste altamente justificado...)
 
Re: Despachos, Sol, Liberdade de Expressão, Sócrates, Asfixia: posso?
from BLASFÉMIAS by JoaoMiranda

Vale a pena ler o comentário do nosso leitor José Barros que responde a este post de Isabel Moreira:

Transcrevo no Blasfémias o comentário que escrevi em resposta a um post da Isabel Moreira, indignadíssimo como uma suposta e nunca fundamentada violação do segredo de justiça na notícia do Sol. Faço notar que o meu comentário não teve qualquer resposta da constitucionalista, assim como o Daniel Oliveira ainda não me explicou por que razão o Sol agiu ilicitamente. Continuo, portanto, à espera que um e outro fundamentem, de facto e de direito, as suas teses.

Vejamos:

1) O Sol publicou escutas em que não intervém o PM, pelo que as escutas publicadas são válidas, atendendo a que foram autorizadas pelo juiz de instrução competente (o de Aveiro). Não se percebe, portanto, a referência da Isabel Moreira à validade das escutas ao PM que não vem minimamente ao caso quando se trata de analisar a legalidade da notícia do Sol.

2) Se as escutas publicadas pelo Sol constarem do procedimento administrativo aberto para averiguar se havia matéria para inquérito ao primeiro-ministro, como sustenta o jornal e como pressupôem os juristas que já se pronunciaram sobre a licitude da notícia, então é evidente que não existe violação do segredo de justiça, porque o referido procedimento, tendo findado com um arquivamento, tem de ser público, nomeadamente no que diz respeito a essas escutas (já não assim, evidentemente, na parte em que diga respeito às escutas mandadas destruir, isto é, as escutas em que o PM intervém).

Mais do que isso: precisamente porque não foi aberto inquérito judicial, mas apenas um procedimento administrativo, nem vejo sequer que se possa falar na violação do segredo de justiça, atento o facto de a tal procedimento não serem aplicáveis as regras do direito e do processo penal (visto que não é de um processo penal que se trata, mas de um mero procedimento administrativo).

3) Mesmo que houvesse violação do segredo de justiça, a Isabel Moreira não desconhecerá que Portugal já foi condenado várias vezes pelas instâncias europeias a pagar indemnizações em virtude de condenações a jornalistas e jornais pela violação do segredo de justiça.

Um exemplo nesta notícia , em que se pode, nomeadamente, ler:

“Agora o Conselho Europeu considerou que o “interesse público” do tema se sobrepunha à protecção do inquérito judicial que decorria e à reputação do arguido, já que o facto de um dos visados da notícia ter cargos políticos e ser uma figura pública, justificava que pudesse haver quebra de protecção de segredo de Justiça.”

Ora se é esta a posição das instâncias europeias a propósito de um caso infinitamente menos importante do que o que está em causa na notícia do Sol, por muito que seja outra a opinião da Isabel Moreira, cabe-lhe como jurista aceitar que tal jurisprudência se sobrepôe à opinião que possa ter (ou até que os tribunais portugueses possam defender, visto que devem obediência à jurisprudência europeia).

Nesse sentido, porque diz respeito a interferências do governo na comunicação social, é indubitável que a notícia do Sol releva de um interesse público notório. Nenhum jurista se lembrará de defender o contrário, penso eu. Assim sendo, mesmo que as escutas estivessem sob segredo de justiça – o que é muito duvidoso pelas razões invocadas – os jornalistas do Sol deviam ser absolvidos num eventual processo penal por estarem a actuar salvaguardados por uma causa de justificação (o dito interesse público), como refere a decisão citada. Quem actua ao abrigo de uma causa de justificação, actua licitamente. Logo, em vez de procurar matar o mensageiro, seria bom que se começasse a comentar a notícia em si mesma considerada.

06
Fev10

Somos todos Eusébios

(Crónica da revista "i" publicada hoje: Nós, Futebolistas...)


Há um futebolista dentro de nós? Há um seleccionador nacional em todos os portugueses? Somos todos potencialmente Eusébios?

A resposta a estas três perguntas é “sim”. E eu sou a prova viva de tal facto. Se outra forma de conferir não tivesse, provaria com o meu exemplo, que não sendo mais do que isso mesmo – um exemplo – guarda ainda assim a vantagem de ser incomum ou, pelo menos, inesperado.

A verdade é que nasci sem jeito para a bola, e por isso nunca joguei nada a não ser matraquilhos. E ainda hoje jogo matraquilhos com gosto e algum talento, uma mão direita poderosa (daquelas que abre os frascos impossíveis de conserva ou salsichas....), mas quanto a bolas, ficamos assim. Também joguei bem flíperes, mas julgo que não conta...

O que conta e interessa é que passei 30 anos da existência dizendo ser do Benfica, mas sem provas exemplares de tal militância. Não era sócio. Não ligava ao desporto em si. Desconhecia os resultados. Nunca fixei o nome dos jogadores (excepto Eusébio, claro, que entrevistei, a meias, numa mesa do Gambrinus, e me deixou de boca à banda com a sua capacidade de pôr tudo em pratos limpos: “meninas não ficam bem a jogar à bola, é coisa de que não gosto”...).

O primeiro treinador que reconheci foi Artur Jorge, mas a memória só assinala o nome porque se tratava de um intelectual e poeta. Se for rigoroso, o primeiro treinador que efectivamente admirei foi Luís Filipe Scolari, e depois percebi que era da Selecção, que não era exactamente a mesma coisa que ser do Benfica, ainda que para mim fosse óbvia a ligação.

Ou seja: eu era, fui, talvez ainda seja, o tosco e o ignorante desta matéria. Sucede que o meu filho decidiu unilateralmente interessar-se por futebol aos cinco anos, escolher ser do Benfica (a mãe é do Sporting, havia 50% de hipóteses...), jogar futebol entre os 5 e os 12 anos, e obrigar-me, por força das circunstâncias, a entrar nesse mundo fascinante.

Não demorei um ano a perceber as regras, a dominar a lógica, e a ganhar o meu cartão oficial de treinador de bancada, com extensão óbvia para árbitro de bancada, seleccionador de bancada, médico de bancada, até mesmo comentador de bancada.

“Num instante tudo muda”? Ai muda, sim. Descobri que saber de futebol era fácil, ser adepto era óbvio, e até jogar à bola não seria nada do outro mundo – como as horas passadas em relvados de diversas espécies podem comprovar, chutando com o pé direito nas direcções mais variadas, ainda que nem sempre as melhores para atingir o resultado pretendido.

Aqui chegado, não me restam dúvidas: todos temos um adepto dentro de nós, um futeboleiro, um futebolista, um treinador, um apaixonado. Podem dizer que é cultural, que noutros países não é assim, que isto e aquilo. Mas a mim não me convencem. Até Eusébio me disse, nessa entrevista, que queria morrer no estádio da Luz, “já agora num jogo de emoção e com a vitória do Benfica”. Isto explica-se? Não se explica. E dou graças ao meu filho por me ter feito ver a luz. Eu precisava de gostar de futebol para me sentir completo. Já está.

 

04
Fev10

Sobre o medo, ou melhor, sobre o que vivemos

"Parecemos estar hoje animados quase exclusivamente pelo medo. Receamos até aquilo que é bom, aquilo que é saudável, aquilo que é alegre. E o que é o herói? Antes de mais, alguém que venceu os seus medos. É possível ser-se herói em qualquer campo; nunca deixamos de reconhecer um herói quando este aparece. A sua virtude singular é o facto de ele ser um só com a vida, um só consigo próprio. Tendo deixado de duvidar e de interrogar, acelera o curso e o ritmo da vida. O cobarde, par contre, procura deter o fluxo da vida. E claro que não detém nada, a menos que se detenha a si próprio. A vida continua sempre a avançar, quer nos portemos como cobardes, quer nos portemos como heróis. A vida não impõe outra disciplina - se ao menos o soubéssemos compreender! - para além de a aceitarmos tal como é. Tudo aquilo a que fechamos os olhos, tudo aquilo de que fugimos, tudo aquilo que negamos, denegrimos ou desprezamos, acaba por contribuir para nos derrotar. O que nos parece sórdido, doloroso, mau, poderá tornar-se numa fonte de beleza, alegria e força, se o enfrentarmos com largueza de espírito. Todos os momentos são momentos de ouro para os que têm a capacidade de os ver como tais. A vida é agora, são todos os momentos, mesmo que o mundo esteja cheio de morte. A morte só triunfa ao serviço da vida"
Henry Miller, in "O Mundo do Sexo", encontrado aqui

02
Fev10

Aqui chegados...

Já não adianta pretender que o episódio não ocorreu. Temos os nomes, temos as circunstâncias, temos os factos. Também já não adianta discutir se é eticamente correcto, numa crónica de opinião, denunciar factos que resultam de uma conversa privada. Uma vez que já sabemos os factos, tudo o resto deixa de relevar. Deixemos às corporações do costume o insulto barato e a frouxa tentativa de defender o indefensável.

Juntemos ao molho de brócolos o texto de Henrique Monteiro no Expresso: “Sócrates é o pior primeiro-ministro no que respeita à Comunicação Social; o único que telefona e berra com jornalistas, directores, com quem pode. O único em que nestes mais de 30 anos que levo de vida jornalística, se preocupa doentiamente com o que dizem dele, em vez de mostrar grandeza e fair-play com o que de errado e certo propaga a Comunicação Social”.

Está tudo dito.

O país, e os socialistas, mereciam melhor sorte – mas não se podem queixar muito, votaram nele. Não foi há muito tempo. Aturem-no.

O resto, sim, é calhandrice.

02
Fev10

Sorriso a meio de uma tarde banal

Já há uns dias que não ia ao blog da Sónia, de quem sou um miserável (mas sentido...) padrinho de casamento. Fui agora. E estava lá este post, absolutamente verdadeiro. Sorri, e a minha tarde ficou mais luminosa.
Foi só fazer copy-paste. Ei-lo:

No Sábado encontrei o meu amigo PRD na Fnac do Chiado. Às tantas, mostrou-me o filho, Olha só, tão grande. E eu fiquei boquiaberta. Eu andei com aquele miúdo ao colo e agora tenho de inclinar a cabeça para trás para falar com ele. Mede 1,80m, tem 15 anos, está um rapazola. E foi então que dei por mim a dizer as parvoíces que sempre ouvi os cotas dizerem-me, quando tinha a idade dele (ainda que eu nunca tenha passado do 1,60m):

- Eh pá, tu estás enorme! Mas como é que é possível? Xiiiiiii! Mas o que é que tu comes? Fermento? Eu andei contigo ao colo e agora...

Ao mesmo tempo que falava, havia uma vozinha dentro de mim, tipo grilo do Pinóquio, que sussurrava: O que é que tu estás a dizer, pá? Tu estás a ouvir-te, pessoa? Que raio de conversa é essa? "Fermento?", "Eu andei contigo ao colo"?

Mais um bocadinho e dizes-lhe aquela tão típica, também: "Vocês é que nos fazem velhos!"

Porque é que acabamos sempre a fazer o mesmo que nos fizeram? Porque é que dizemos as mesmas frases-feitas idiotas a que, anos antes, torcemos o nariz?

Olha, António, tu desculpa lá qualquer coisinha. Não sabias o que me responder, não foi? Pois, claro. Quando era comigo, também ficava calada. Calada e a pensar: mas que grande cromo!

No sábado passado, o cromo fui eu. Deixa lá, António. Daqui a uns 15, 20 anos, hás-de estar tu a encontrar um puto qualquer, que conheceste minúsculo, e hás-de-lhe dizer:

- Eh pá, tu estás enorme! Mas como é que é possível? Xiiiiiii! Mas o que é que tu comes? Fermento? Eu andei contigo ao colo e agora...

E nesse dia... nesse dia vais-te lembrar de mim.

01
Fev10

Uma revista séria no bordel

Esta edição do Economist parece feita de propósito para o meu amigo Miguel Sousa Tavares: além da história do I-Pad que faz esta divertida capa, a revista inclui um dossier de 20 páginas sobre redes sociais onde não apenas se traça um completo e rigoroso panorama do estado das coisas (e do seu historial), como se explicam vantagens, oportunidades e virtudes do Facebook, do Twitter, dos Blogues, entre outras plataformas. Sem dramas, sem exageros, com a marca distintiva do Economist e o olhar desapaixonado de quem se interessa pela relevância do fenómeno, pela possibilidade de negócio que convoca, e pela evidência da sua popularidade. Não vale a pena tapar o sol com a peneira: é de uma revolução que se trata e quem não estiver dentro dela, vai ficar para trás. Para trás do sol posto…

No outro dia encontrei o Miguel na redacção do “i” e ele perguntou-me, alto e bom som, se eu continuava a frequentar “esse bordel que é o Facebook”. Já não tenho paciência para explicar-lhe o que é o Facebook nem me atrevo a contrariar quem ficou preso a uma qualquer ideia-feita  – mas tenho esperança que o Miguel leia uma revista séria. E perceba.

O Economist, Miguel! Ao que isto chegou.

Blog da semana

O Diplomata. Dez anos de blog é obra. Alexandre Guerra festeja, e com razão, um espaço de reflexão, análise e opinião do mundo político internacional. Merece o bolo.

Uma boa frase

“Se isto fosse no tempo do Sócrates, a esta hora o Trump já tinha em cima da mesa uma proposta da Mota-Engil para a construção do muro. Com financiamento do BES e projecto do Siza Vieira." Rui Rocha, Delito de Opinião

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