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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Ao ver, na televisão, o ar surpreendido e indignado do líder da Oposição, António José Seguro, face aos números do desemprego (e do desemprego jovem, em particular), interroguei-me sobre o país onde terá vivido o secretário-geral do PS nos últimos anos. Dizem-me que ele se opunha a Sócrates, mas isso não responde à minha questão:

- Onde raio terá vivido António José Seguro nos últimos anos para achar que pode mostrar-se surpreendido com a miséria em que vivemos? Qual é a parte de “nem há um ano era o PS que governava” que ninguém lhe recordou?

Tira-me do sério esta ideia de que passar à oposição significa em simultâneo “passar a limpo” o passado e começar do zero. O PS já fala como se estivesse na oposição desde, pelo menos, Outubro de 1910 - e isso traduz um pântano político sem nome.

Alguém devia explicar a António José Seguro que persistir na inversão de papel a cada mudança – e repentinamente aparecer como se acabasse de deixar uma tribo aborígene e aterrasse em Portugal, além de fazer do eleitor um atrasado mental, é mero fogo-de-artifício numa situação que todos, em rigor, vivemos e conhecemos.

O meu conselho é este, António José Seguro: deixe de fazer teatro, e pense que, de cada vez que fala “aos portugueses”, está a falar aos mesmos que não quiseram mais ouvir o nome de José Sócrates. Das suas políticas. Do Portugal do TGV e do Magalhães – o país que estava falido mas fazia de conta. Ou seja: pense que tem direito à Oposição, mas tem de ter respeito por quem não mandou a memória dos factos para Paris, ou para a administração de uma qualquer empresa ligada ao regime.


publicado por PRD às 14:12
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4 comentários:
Pode custar muito, mas vale sempre a pena se queremos ser Dignos, que "começar de novo", é começar COM o passado, e nunca sem ele... a história tem dado essa lição, poucos aprendem, essa é que é essa... é por isso mesmo, por muitos aprenderem tão pouco ou nada, é que andamos nesta bola de neve sem fim... que pena... que pena!!

deixado em 25/2/12 às 23:59
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helena soares
Concordo em 99,9% consigo. O que falta para os 100% é apenas aquela parte em que se fosse o PPC a estar na oposição faria e diria a mesma coisa que Seguro. É aqui, quanto a mim, que reside o drama.
Ab para si

deixado em 26/2/12 às 14:25
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Pois, o drama é esse. Os dois partido que nos têm (des)governado utilizam essa táctica, com sucesso, há muitos anos. Quando sai do governo e vai para a oposição muda invariavelmente de líder. Basta-lhe isso para que se sinta completamente desresponsabilizado. Como, entretanto, o que fica no poder ainda tem alguma coisa por onde cavar, continua a cavar mais fundo na desgraça e nós, eleitores, que somos de memória curta, voltamos a devolver o governo. Tem sido sempre assim. A parte que o Tó Zé ainda não percebeu é que a coisa ficou no fundo, que já não há mais nada para cavar...

deixado em 27/2/12 às 17:02
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Anónimo
Pois, é uma democracia no fundo falaciosa, porque embora pareça que temos escolha, na realidade não temos tanta... foram sempre uns ou os outros, e é só mais do mesmo! no poder ou na oposição... mais do mesmo! Não haverá mais para além disto?? O Seguro desembarcou agora em Santa Apolónia, e pobre homem, deparou-se com esta realidade, assim out of the blue, e custa-lhe, claro que lhe custa, ama o país e os portugueses de verdade!

deixado em 3/3/12 às 02:06
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