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Pedro Rolo Duarte

31
Mai12

Dia Mundial Sem Tabaco

... No meu caso, seis anos e dois meses.

 

Assim, de repente:

1. Sou muito mais feliz porque deixei de fumar.

2. Vou morrer na mesma, um dia qualquer, mas já não vai ser por fumar, mesmo que possa ser por ter fumado.

3. Soube-me bem corresponder a um pedido insistente, sensato, e inteligente, do meu filho – e dado que ele tem menos 31 anos que eu, talvez fosse o mínimo na lógica de quem tem, em teoria, mais maturidade...

4. Soube-me bem vencer um vício. Deve ser mais ou menos como vencer uma maratona, ou coisa assim.

5. Sinto-me livre de algo que, só descobri depois, me limitava os movimentos – fosse num restaurante ou num aeroporto, num cinema sem intervalo ou num jantar em casa de não-fumadores. Tudo isso deixou de ser um problema (ainda que conviva agora com o problema dos espaços com excesso de fumo...).

6. Poupo dez euros por dia, considerando que fumava dois maços e meio por dia (no mínimo...).

7. E gosto muito mais do cheiro da roupa, da pele, da casa, do carro. Da vida em geral.

 

O cheiro, na vida, é tão importante...

 

(e aqui entre nós: como o olfacto se apura quando se deixa de fumar, imaginem o cheiro a esturro que anda por aí com esta história do super-espião...)

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Ladrões de Bicicletas. Voltar a um dos mais clássicos blogues colectivos de análise e pensamento social e político e reencontrar excelentes textos, opiniões pensadas antes de escritas, e o prazer de um bom serão ao sofá a ler. Like.

Uma boa frase

“O centrão político - conservadores, liberais, social-democratas, trabalhistas - anda há mais de vinte anos a liberalizar os movimentos de capitais, a desregulamentar as actividades financeiras, a promover o "comércio livre", menorizando as consequências resdistributivas destas opções. Andaram a promover a ideia de que o mundo é mais bem gerido pela "mão invisível" dos mercados do que pelos poderes democraticamente eleitos. De que é que precisam mais para perceber que este é o resultado da sua globalização: que Marine Le Pen vença as presidenciais francesas?" Ricardo Paes Mamede, Ladrões de Bicicletas

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