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Pedro Rolo Duarte

14
Fev08

O fim da actualidade

A principal razão para passar dias a fio sem comentar a actualidade é a circunstância de, em boa verdade, não conseguir descobrir “actualidade” no que se passa.

Parece que ocorrem “coisas” aparentemente novas. “Factos”, até.
Mas o que eu vejo são recorrências de recorrências de factos recorrentes que... se repetem.

Sinto que já escrevi sobre tudo o que parece ser “actualidade”.
Corrupção, debate sobre o estado da Justiça, justiça e futebol, o estado do Estado, os rendimentos dos ricos, os fretes e os favores e os pagamentos de favores, a governação e a forma como. Corrupção, também. Despesismo do Estado e impossibilidade de controlo dos gastos públicos por conta dos jobs dos boys . Corrupção, também. Futebol e corrupção.

Hipocrisia politica. Falência da segurança social. Má governação militante e consecutiva. O problema do ensino. O problema da saúde. Corrupção, também.
É o que eu digo: uma pessoa tenta que a actualidade rime com a novidade, mas não consegue. É apenas, e sempre, mais do mesmo.

Pode ser que um dia destes aconteça realmente algo.
O Benfica ganhar. A justiça revelar-se. Um corrupto de colarinho branco ser mesmo julgado e mesmo condenado. Os portugueses não terem memória de galinha e serem gratos aos feitos que Scolari conseguiu. Qualquer coisa de jeito. E de novo.

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Por Falar Noutra Coisa. Humor neste reacordar do blog. Rir é o melhor remédio. Lugar comum indiscutível.

Uma boa frase

“Sucessivos governos ficaram irritados, o actual vai um pouco mais longe, esquecendo que votar é um direito mas nunca uma obrigação. Em países desenvolvidos os cidadãos até votam durante a semana, ao passo que na choldra querem proibir jogos de futebol para obrigar o povo a ir votar." António de Almeida, Aventar

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