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Pedro Rolo Duarte

27
Jan09

Perdido em Oeiras

Dei comigo a procurar um lugar para comer qualquer coisa, ao almoço, mais fast menos fast food, mais junk menos junk, rapidamente, no centro comercial Oeiras Parque. Calhou estar por ali. Tinham-me dito que a probabilidade de encontrar amigos, conhecidos, amigos de amigos, era enorme porque, cito, “Lisboa está tão cara que toda a gente está a trabalhar por aqui”.

Achei a ideia exagerada e não liguei.

Mas depois de encontrar uma ex-colega do Marquês de Pombal que mora no Bairro de São Miguel, uma conhecida de sempre que encontro na “Mexicana” ao sábado, um fotógrafo que invariavelmente estava em Lisboa, um conhecido dos meus tempos da Torre 3 das Amoreiras e ainda, como se não bastasse, uma amiga perdida dos tempos do Liceu de Camões... bom, eu dei razão a quem me tinha avisado.

E passei o resto da tarde a pensar nisto: será que todas as pessoas de quem sou amigo, e raras vezes encontro, andam perdidas em corredores do Oeiras Parque ou de outros Parques da mesma natureza? Faço mal em frequentar ainda as Amoreiras, o Corte Inglês, o Saldanha Residence, o Chiado e o generoso lote de “Pingo’s Doce” da cidade?

Fiquei baralhado. Mas também fiquei um pouco triste.

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“O centrão político - conservadores, liberais, social-democratas, trabalhistas - anda há mais de vinte anos a liberalizar os movimentos de capitais, a desregulamentar as actividades financeiras, a promover o "comércio livre", menorizando as consequências resdistributivas destas opções. Andaram a promover a ideia de que o mundo é mais bem gerido pela "mão invisível" dos mercados do que pelos poderes democraticamente eleitos. De que é que precisam mais para perceber que este é o resultado da sua globalização: que Marine Le Pen vença as presidenciais francesas?" Ricardo Paes Mamede, Ladrões de Bicicletas

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