06
Set11
Mar
Cresci com o mar à beira dos olhos. Nunca vivi sem ele. Faz-me falta como ar e só quem me conhece bem sabe quão lhe estou ligado.
Talvez por isso, tenho especial orgulho na ligação do meu filho ao mar. E me impressionem as manobras que faz, e de como altera o seu ritmo de vida se acaso há a mais vaga hipótese de ter mar por perto.
Deve ser isto aquilo a que chamam “carga genética”. Já o meu pai era assim: no mar, “nem que chova, não estamos cá para outra coisa”.
