Sobre viver e morrer
O “Expresso” anda a oferecer uma excelente colecção de grandes entrevistas "da História" com as mais carismáticas e relevantes figuras (para o bem e para o mal, bem entendido, e incluindo algumas portuguesas). Já tinha comprado uma vez um livro bem grosso com as “Grandes Entrevistas do Século XX”, publicado pelas edições El Pais, em espanhol, mas não coincidem com estas. São outras boas entrevistas.
Estas, leio-as escolhendo as figuras que me interessam. E ontem à noite, lendo a de Steve Jobs, o homem da Apple que infelizmente nos deixou há 3 anos, depois de uma luta acesa com o cancro, sublinhei esta ideia. Que partilho, com respeito e admiração, mas também porque a acho inspiradora para as nossas vidas, qualquer que seja a idade que tenhamos, ou a condição em que estejamos:
“Quase tudo - todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o receio da vergonha e do fracasso - , todas estas coisas simplesmente desaparecem ao enfrentar a morte, deixando apenas o que é verdadeiramente importante. Lembrarmo-nos de que vamos morrer é a melhor forma que conheço de evitarmos o engano de acharmos que temos algo a perder”.
No Facebook, seria "like". Aqui, é a citação e a memória de um homem genial. Coberto de razão.